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Ignorar a troca do óleo de transmissão automática é um dos erros mais comuns – e mais caros – que um motorista pode cometer. A manutenção preventiva desse sistema é essencial para preservar o desempenho, evitar falhas prematuras e garantir a durabilidade do câmbio.
Na Bardahl, entendemos que a tecnologia automotiva evolui constantemente, e o mesmo vale para os lubrificantes que protegem o coração do sistema de transmissão. Por isso, queremos que você saiba quando trocar o fluído de transmissão, como identificar sinais de desgaste e qual o melhor óleo para câmbio automático, de acordo com cada tipo de transmissão.
O papel do óleo na performance da transmissão automática
Além de lubrificar as engrenagens, rolamentos e válvulas, o óleo de transmissão automática também desempenha outras funções fundamentais, como:
- Controle de fricção para garantir o atrito ideal entre os discos de embreagem, permitindo as trocas de marchas suaves;
- Dissipa o calor gerado pela fricção e atrito, evitando o superaquecimento do sistema;
- Proteger contra a oxidação e possível formação de borras e vernizes;
- Mantém a pressão hidráulica necessária para o perfeito funcionamento dos sistemas internos.
Quando o lubrificante perde suas propriedades, a transmissão começa a operar sob esforço excessivo, reduzindo a vida útil dos componentes.
Riscos e sintomas de óleo de transmissão vencido
Um óleo de câmbio automático degradado compromete diretamente a eficiência e a durabilidade do sistema. Entre os principais riscos estão:
- Superaquecimento da transmissão, o lubrificante envelhecido perde a capacidade de dissipar calor, elevando a temperatura interna do câmbio;
- Trocas de marcha bruscas ou demoradas, provocadas pela alteração na viscosidade e pelo atrito irregular;
- Desgaste prematuro das partes metálicas, devido à falta de lubrificação adequada;
- Possível formação de borras e vernizes, devido à perda da característica antioxidante do lubrificante;
- Risco de falhas completas na transmissão, que podem gerar reparos de alto custo.
Por que a troca de óleo de transmissão automática é essencial
Realizar periodicamente a troca do lubrificante da transmissão automática é a forma mais eficiente de evitar falhas graves e preservar o desempenho original do câmbio.
Essa manutenção garante:
- Durabilidade dos componentes, evitando desgaste acelerado das engrenagens, rolamentos e válvulas;
- Operação mais silenciosa e confortável, com trocas suaves e precisas;
- Economia de combustível, por reduzir o esforço de todo o sistema hidráulico;
- Disponibilidade do veículo, prevenindo longos períodos de parada por falhas mecânicas.
A Bardahl recomenda que a substituição seja feita conforme o plano de manutenção do fabricante, sempre com equipamentos adequados e profissionais capacitados.
Como escolher o melhor lubrificante para câmbio automático
Independente do tipo de transmissão automática (convencional ou CVT), devem seguir especificações precisas e a escolha errada pode causar danos sérios ao sistema.
Na Bardahl, desenvolvemos linhas específicas de lubrificantes de alta tecnologia, como:
- Maxforce ATF D6 – lubrificante sintético, ideal para transmissões automáticas modernas e direções hidráulicas, com excelente estabilidade térmica e propriedades antidesgaste que contribui para a maior durabilidade e vida útil de todos os componentes da transmissão e propriedades de fricção que garantem trocas suaves e sem vibrações.
- Maxforce ATF D3 – lubrificante para transmissões automáticas e sistemas hidráulicos que requerem proteção contra oxidação e alta estabilidade de viscosidade.
- Maxforce CVT – lubrificante sintético, desenvolvido para transmissão automática do tipo CVT, com modificadores de fricção que proporcionam aceleração contínua e sem solavancos, além de resistência à formação de espuma e compatibilidade total com elastômeros.
Cada produto é formulado para entregar performance, economia e máxima proteção, sempre respeitando as recomendações do fabricante do veículo.
Na Bardahl, trabalhamos para que cada produto entregue tecnologia, segurança e performance máxima.
Quando se trata de óleo de transmissão automática, escolher a qualidade certa é o primeiro passo para prolongar a vida útil da transmissão e manter o veículo em perfeito estado de funcionamento.
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FAQ: Perguntas Frequentes sobre Fluído de Transmissão Automática
1. A cada quantos quilômetros devo trocar o óleo de transmissão automática?
Depende do modelo do veículo e do tipo de lubrificante utilizado. Em geral, recomenda-se a troca entre 40.000 e 80.000 km, ou conforme o manual do fabricante do veículo.
2. Posso completar o nível do óleo sem fazer a troca completa?
Completar o nível é permitido somente com o mesmo lubrificante e especificação. Mas vale ressaltar que esse complemento não irá estender o período de troca.
3. Qual a diferença entre lubrificante ATF e o lubrificante CVT?
Os óleos ATF e CVT possuem pacotes de aditivos distintos, formulados conforme as exigências de cada tipo de transmissão. Em resumo, um lubrificante do tipo ATF não pode ser usado em uma transmissão CVT, e vice-versa.
4. O que acontece se eu usar o óleo errado no câmbio automático?
O uso incorreto pode causar desgaste acelerado, vazamentos, aquecimento excessivo e até falha total da transmissão. Sempre utilize produtos com especificação recomendada pelo fabricante.
5. Como saber se o fluído está perdendo as propriedades?
Sinais e comportamentais como trancos, ruídos, demora nas trocas de marcha indicam que o fluído perdeu eficiência e deve ser substituído imediatamente.