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As engrenagens das usinas não podem parar

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Para moer milhões de toneladas de cana-de-açúcar todos os anos, a indústria sucroalcooleira usa maquinário de grande porte durante os sete meses de safra. Para garantir eficiência e evitar quebras, o uso de óleos sintéticos de alta viscosidade e aditivos para lubrificantes é fundamental

Kelube

Desde o início da safra 2020/2021 de cana-de-açúcar até 1 de janeiro deste ano, a moagem acumulada somou 597,36 milhões de toneladas no Centro-Sul brasileiro. Esse número representa um crescimento de 3,16% no comparativo com o mesmo período do último ciclo agrícola e ajuda a dimensionar a grandeza e a importância da indústria sucroalcooleira no país, na produção do açúcar, do álcool e do etanol, entre outros derivados. 

O Brasil é um dos maiores produtores e exportadores de açúcar e de biocombustíveis. A fabricação destes produtos requer conhecimentos específicos tanto sobre plantio e colheita como transformação da matéria-prima. É nesse ponto que entra em ação o sistema de moenda. Para o acionamento das moendas são utilizados grandes redutores e planetárias, para garantir alta capacidade de transmissão de torque. Em algumas usinas, ainda é muito comum o uso das volandeiras, que contam com engrenagens realmente grandes, com metros de diâmetro. 

Imagine um garapeiro girando a manivela para moer a cana e extrair seu suco doce e esverdeado, a famosa garapa. Aumente o tamanho desse equipamento em escala industrial e será possível ter uma ideia da grandeza e de como funciona o processo de moagem no setor sucroalcooleira. 

Carga Pesada

Para manter o setor em movimento, suas grandes engrenagens funcionam 24 horas por dia, sete dias na semana durante o período de safra. Significa que as  volandeiras precisam operar entre seis a sete meses de forma ininterrupta, trabalhando em baixa rotação e suportando cargas muito elevadas.  

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Uma eventual interrupção ou quebra coloca em risco toda a cadeia produtiva antes mesmo da finalização da colheita. Além do prejuízo com o corte na produção, os custos com reparos dessas máquinas de grande porte são altíssimos. 

A melhor forma de garantir o perfeito funcionamento dessas engrenagens é aliar boa lubrificação a manutenções preditivas. Para auxiliar na eficiência destes equipamentos, os lubrificantes corretos para volandeiras (de alta viscosidade) e o aditivo certo nos redutores e planetárias desempenham um papel importante. 

Kelube M e MR 

A Promax Bardahl mantém, na sua linha, lubrificantes de alta viscosidade e de tecnologia sintética, o KELUBE M para as volandeiras e MR para os mancais, no segmento de indústria sucoralcooleira. Eles possuem aditivação de alta tecnologia apropriado para proteger as peças que trabalham com alta pressão e sobrecarga, minimizando o desgaste e as paradas não programadas para manutenção. São formulados para diminuir os ruídos e vibração, aumentando assim sua vida útil. Estes lubrificantes possuem viscosidades que variam entre 2.500 cSt a 25.000 cSt.

Kelube M-0932 

Dentro da linha de produtos agrícolas da Promax Bardahl, o KELUBE M-0932 é um aditivo para óleos lubrificantes do sistema de transmissão de equipamentos industriais sucroalcooleiros, ou seja, os redutores paralelos e sem-fim, plantetárias e separadoras de fermento. Apresenta altos índices de eficiência comprovados em testes e, mais importante, pelo mercado. 

Ao atuar em conjunto com o lubrificante de engrenagem, o KELUBE M-0932 aumenta a capacidade de carga do lubrificante, garantindo maior eficiência e menor quebra dos equipamentos. Ao propiciar um melhor desempenho na lubrificação do sistema de transmissão, gera redução no consumo de energia. 

Sua função é garantir a proteção gerada pelo filme de lubrificação mesmo quando a carga for aumentada no ponto de contato. Ao reduzir o desgaste das peças e equipamentos e prolongar a vida útil do lubrificante, diminui os custos com manutenção e reparos mecânicos. Além disso, sua função antioxidante auxilia na resistência a elevadas temperaturas e pressões, garantindo perfeita lubrificação nos regimes mais severos, mesmo na presença de umidade. 

KELUBE M-0932 está disponível no mercado em embalagens de latas com 5 litros e baldes de 20 litros. Deve ser aplicado a cada troca de óleo, adicionado na proporção de 10% da capacidade de lubrificante. 

Agroprotetivo D600