Na hora de escolher qual produto utilizar no motor do seu veículo, vale conferir um ponto que pouca gente conhece: existe parafina clorada na composição do produto?
Primeira pergunta: Você já ouviu falar em parafina clorada?
Provavelmente, não! Só que saber se ela faz parte da lista de componentes do lubrificante que vai no motor é importante para o desempenho e a vida útil do veículo — e também para o meio ambiente.
A parafina clorada é geralmente usada em fluidos de corte (usinagem). Quando aparece em produtos voltados ao motor, causa corrosão das peças e ainda pode “envenenar” o catalisador do veículo. Na prática, isso enfraquece a função do catalisador (catálise) e aumenta a emissão de poluentes. Vale lembrar: o catalisador ajuda a transformar gases nocivos em gases menos agressivos ao meio ambiente.
O que está em jogo quando há composto clorado inadequado no produto:
- risco de corrosão interna no motor
- possibilidade de comprometer a eficiência do catalisador
- aumento de emissões e impacto ambiental
- desgaste prematuro e custo maior de manutenção
Segunda pergunta: Como saber se estou comprando um produto livre de parafina clorada?
Cuidado para não comprar gato por lebre!
Ler o rótulo parece o caminho natural para entender se existe parafina clorada na formulação. Só que existe uma armadilha: testes em aparelhos do tipo infravermelho (capazes de identificar a “assinatura” do produto) encontraram halogênios na faixa do cloro. Em outras palavras, mesmo quando o fabricante informa que não há parafina clorada, pode existir outro composto de base clorada, igualmente corrosivo e agressivo ao meio ambiente.
Um teste simples: separação em fase na água
Um teste prático para identificar a presença desse tipo de componente é a separação em fase na água.
A parafina clorada possui densidade maior do que a da água. Quando pequenas gotas são aplicadas em um recipiente com água, elas tendem a se separar e ir para o fundo. Produtos que não possuem tais componentes flutuam e ficam na superfície.
Como observar com mais clareza (sem transformar isso em “laboratório”):
- use um recipiente transparente
- aplique pequenas gotas do produto
- observe se há separação e decantação para o fundo
- evite interpretar isso como único critério: o teste é indicativo, não uma certificação completa
Terceira pergunta: Por que a Promax Bardahl faz e incentiva a realização de testes nos produtos no mercado?
A resposta é uma via de mão dupla. Ao mesmo tempo em que comprova a qualidade e segurança dos produtos, ajuda o consumidor a se proteger, entendendo mais sobre o que usa no veículo.
Não se constrói uma história de décadas sem confiança. A Promax Bardahl sempre demonstrou os benefícios dos seus aditivos para o óleo do motor com testes reconhecidos, como o teste na máquina Timken.
Leia também:
👉 Você sabe qual a validade do óleo de motor?
👉 5 dicas essenciais para trocar os fluidos do seu carro
👉 Como fazer a limpeza dos vidros do carro
Bardahl B12
O Bardahl B12 tem como principal função criar uma película de atração polar capaz de reduzir o atrito e o desgaste das peças em até 75%, comprovado no rigoroso teste da sequência IIIF. Ele também reforça os aditivos presentes no óleo sem desbalancear a formulação. E não tem parafina clorada em sua composição.
Aprovado na sequência IIIF, um teste de motor em bancada reconhecido por ser extremamente severo, ele avalia alterações físico-químicas no lubrificante com aditivo, consumo de óleo, viscosidade, formação de depósitos e desgaste nas peças do motor.
Em termos simples:
- o teste mede se o produto mantém desempenho sob condições duras
- avalia desgaste, depósitos e variações que encurtam a vida útil do motor
- valida consistência do comportamento do lubrificante ao longo do uso
Top 3 dos benefícios de Bardahl B12
- Antioxidante – Aumenta consideravelmente a vida útil do óleo lubrificante, evitando a perda das características antes do tempo. Protege as peças do motor contra oxidação e pode reduzir o consumo de óleo lubrificante.
- Melhora o índice de viscosidade – Diminui a variação da viscosidade do lubrificante com a mudança de temperatura, elevando o índice de viscosidade do óleo acabado.
- Antidesgaste – Prolonga a vida útil do motor, reduz o desgaste das peças e os custos com manutenção nas revisões periódicas. Também pode contribuir para o consumo de combustível, já que o motor trabalha mais livre devido à lubrificação eficiente.
FAQ – Perguntas Frequentes:
Usar um produto com componente clorado pode gerar quais prejuízos no longo prazo?
O risco principal é corrosão interna e aceleração de desgaste em componentes do motor. Também existe a possibilidade de comprometer o catalisador, reduzindo sua eficiência e aumentando as emissões. Em geral, é um dano que aparece com o tempo, elevando custo de manutenção e encurtando a vida útil do conjunto.
Aditivo para óleo de motor pode desbalancear o lubrificante?
Pode, dependendo da formulação. Alguns produtos alteram características do óleo (viscosidade, estabilidade térmica, comportamento de aditivos), o que pode prejudicar o desempenho do lubrificante no uso real. Por isso, faz diferença escolher um aditivo desenvolvido para reforçar o óleo sem gerar desequilíbrio na composição.
O mesmo aditivo para óleo serve para carro e moto?
Nem sempre. Moto pode trabalhar em rotações mais altas e em condições térmicas diferentes; em algumas aplicações, o óleo também influencia diretamente sistemas como embreagem banhada a óleo. O mais seguro é seguir a indicação de aplicação do produto e as recomendações do manual do veículo.
Aditivo para óleo aumenta o intervalo de troca?
Ele pode apoiar a proteção do motor e ajudar a manter o lubrificante em melhor condição por mais tempo, mas não substitui manutenção preventiva nem autoriza estender intervalo de troca por conta própria. O intervalo deve seguir o manual do fabricante e a rotina real de uso (trânsito intenso, calor, trajetos curtos, carga, etc.).