Graxa atóxica evita contaminação na indústria alimentícia

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Quem consome alimentos industrializados corre risco de comprar um produto contaminado. Afinal, máquinas precisam lubrificar suas peças móveis, engrenagens e rolamentos. Mas não se preocupe. As graxas atóxicas estão aí para garantir a qualidade dos produtos e sua saúde

Linha atóxica

Aposto que você nunca pensou nisso. Quando pega um alimento na prateleira do supermercado, você confere, basicamente, a data de validade, certo?  

Saber se o produto está ou não vencido é importante, claro. Porém, existem outros fatores no processo de produção que garantem não só a qualidade, mas interferem também no cheiro e sabor. 

Todo alimento industrializado passa, obviamente, por máquinas. E máquinas precisam de peças móveis e rolamentos bem lubrificadas para funcionar bem. Para esse tipo de equipamento, existem graxas especiais. São as chamadas graxas atóxicas. 

Graxas Atóxicas

Essas graxas não foram desenvolvidas para serem adicionadas no alimento que estão sendo fabricados. Mas, caso venha ter contato acidental, numa quantidade pequena e controlada, não causarão dano algum. Essas graxas são classificadas como H1. É isso mesmo que já foi dito, significa que podem ter contato acidental com o alimento, sem prejuízo ao processo e à qualidade do produto. Para entrar nessa categoria, o processo de fabricação precisa da certificação ISO 21469 (Segurança de máquinas – Lubrificantes com contato acidental com o produto – Exigências de higiene) e o produto da certificação internacional no NSF. 

No dia a dia, você deve ficar ligado ao sabor, cheiro ou cor dos alimentos. Qualquer alteração nesses quesitos indica problemas na fabricação ou na conservação. E um desses problemas pode ser a contaminação por graxas não atóxicas. 

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A principal diferença entre as graxas convencionais e as graxas alimentícias está no fato de estas últimas serem fabricadas com óleo mineral branco e aditivos específicos. No Brasil, o órgão regulamentador é a ANP através da obrigatoriedade do registro do produto e da certificação ISO 21469.

Em função da matéria prima, as graxas atóxicas são mais caras. Contudo, além de oferecer menor menor risco de contaminação e maior segurança ao consumidor, oferecem garantias ao produtor. Isso porque evita prejuízos com a perda de lotes inteiros em caso de acidente. 

Promax Bardahl é uma das primeiras fabricantes brasileiras a receber o certificado da NSF International, pois atende as exigências da Resolução número 804, de 20 de dezembro de 2019, da Agência Nacional do Petróleo (ANP), para a fabricação de produtos de grau alimentício, de acordo com a ISO 21469. 

Essa tecnologia está em produtos como a linha de graxas atóxicas Kelube G-127Kelube G-1004Kelube G-1843Kelube G-678Kelube G-784. São produtos destinados a múltiplas aplicações, inclusive em altas cargas nas indústrias de alimentos, cosméticos e farmacêuticos. Todos podem ser aplicados em pontos onde podem ocorrer contatos acidentais com os alimentos durante seus processos de fabricação.  

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