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28 de setembro de 2021

Entenda quais são os tipos de líquido de arrefecimento e como escolher o melhor produto para evitar problemas no motor do seu carro

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O sistema de arrefecimento é responsável pelo controle da temperatura do motor e garantia da troca térmica entre as peças, evitando problemas gerados pelo superaquecimento, como empenamento, queima de juntas e até o risco de fundir o motor.

Quando falamos em sistema de arrefecimento, muitos acreditam que estamos falando, basicamente, do radiador, que é o principal controlador da temperatura do motor. Entretanto, o sistema é composto por mais peças, como mangueiras, ventoinha, bomba d’água, válvula termostática e vaso de expansão.

Por meio desse sistema circula um líquido, chamado de fluido de arrefecimento ou coolant, composto por água desmineralizada, etilenoglicol e inibidores de corrosão, que é utilizado na proporção conforme recomendação do manual do proprietário do veículo. É ele quem garante ao motor trabalhar na temperatura correta, sem o risco de “ferver” e ainda evitar outros problemas como a corrosão.  

5 Questões

Os aditivos para radiador costumam gerar dúvidas entre os usuários e proprietários de veículos. Selecionamos as 5 principais para trazer as respostas de forma clara, simples e direta. Confira:

 1 – Quais os tipos de aditivos posso colocar no meu carro?

Uma das funções do aditivo é evitar que o líquido de arrefecimento superaqueça ou congele e também a corrosão dos componentes. Existem 3 tipos no mercado, o orgânico, o inorgânico e o híbrido.

  • Aditivo Inorgânico: Desenvolvido com inibidores de corrosão tradicionais do mercado. Por ser uma tecnologia mais antiga, sua recomendação no manual do proprietário prevaleceu até meados de 2010. O período de troca indicado pelos fabricantes é em média de 30 mil km ou 1 ano (o que ocorrer primeiro).
  • Aditivo Orgânico: Indicado para motores que utilizam diversas tecnologias, inclusive com metais não ferrosos, como o alumínio, e que precisam de maior controle de temperatura. Como trabalham em níveis elevados, demandam líquidos de arrefecimento mais eficientes. Sua tecnologia orgânica é capaz de proteger da corrosão por longos períodos, permitindo maior intervalo de troca, que, de acordo com os fabricantes é, em média, de 60 mil km ou 2 anos (o que ocorrer primeiro).
  • Aditivo Híbrido: A fim de oferecer a melhor proteção aos metais ferrosos e não ferrosos, esse aditivo combina tecnologias dos pacotes de inibidores orgânicos e inorgânicos. Por ser a tecnologia mais moderna, a recomendação dos fabricantes para o período de troca fica, em média, de 60 mil km ou 2 anos (o que ocorrer primeiro).

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2 – Cores diferentes podem ser misturadas no mesmo recipiente?

As cores costumam variar de fabricante para fabricante, no entanto, as misturas de tecnologias de inibidores de corrosão não devem ser misturadas. Arriscar um mix de cores e tecnologias de inibidores de corrosão no sistema traz o perigo de reações indesejadas. E estas podem gerar resíduos sólidos, que diminuirão a eficácia na troca de calor.

 3 – Qual é o nível correto de utilização?

Existe uma marcação no reservatório que indica os níveis máximo e mínimo de líquido do sistema de arrefecimento. Portanto, ele deverá ficar entre eles.

 4 – Qual é o momento da troca?

As informações sobre a troca constam no manual do proprietário. Este leva três fatores em consideração: a quilometragem; o tempo de uso, ou seja, mês e ano; e a concentração de aditivo. Neste último caso, o ideal é que seja verificado com um profissional. Destes três fatores, o que ocorrer primeiro deve ser levado em conta para efetuar a troca do líquido de arrefecimento ou corrigir a concentração de aditivo, caso o nível ou concentração estejam abaixo do recomendado. 

5 – Como fazer a troca adequadamente?

Em primeiro lugar, é recomendável que este serviço seja realizado por um profissional. Caso o proprietário do veículo queira executar o procedimento em casa, é recomendado apenas para aqueles que tenham experiência.

É possível realizar esse serviço da forma manual ou com o uso de máquina. No entanto, a diferença está no tempo de execução do serviço quando é utilizada a máquina. O mais importante é garantir que todo o líquido antigo seja removido e que, ao adicionar o novo produto, não fique ar no sistema.

Faça a Escolha Certa

Agora que você não tem mais dúvidas sobre aditivos para radiadores, é hora de escolher qual vai usar no seu veículo. A Promax Bardahl conta com uma linha completa, desenvolvida para atender as necessidades de mercado. A linha Rad Cool conta com opções concentradas (Rad Cool Plus, Rad Cool Longe Life, Rad Cool M Long Life e Rad Cool M), e diluídas (Rad Cool Plus Pronto para Uso, Rad Cool Long Life 50, Rad Cool Long Life Ready to Use e Rad Cool Ready to Use). O Rad Cool Plus é inorgânico, o Rad Cool Long Life é orgânico e o Rad Cool M é híbrido. 

Todos são à base de monoetilenoglicol para sistemas de arrefecimento. Permitem que os motores trabalhem em altas e baixas temperaturas com grande eficiência térmica, pois reduzem os riscos de superaquecimento e congelamento do fluido. Previnem a formação de bolhas de vapor que podem remover o material das peças (cavitação), provocando furos, que ocasionam os vazamentos e em casos mais graves, calço hidráulico. Também protegem contra corrosão o radiador e todas as partes internas do motor, além de lubrificar a bomba d’água, válvula termostática, mangueiras e outros componentes.

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